Movimentos e campanha de Lula organizam atos pela virada no 2º turno mobilizações pró-Lula.
Na corrida para reverter a desvantagem do primeiro turno das Eleições 2026, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e movimentos sociais intensificaram a agenda de mobilizações de rua. Sob o discurso de formar uma frente ampla que una a esquerda e setores da direita contra o bolsonarismo, lideranças políticas e organizações estudantis promovem, neste domingo (11), atos em diversas capitais brasileiras.

O presidente participa hoje de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, ao lado de aliados como o ministro Fernando Haddad (PT). A estratégia da coordenação de campanha é consolidar um calendário de encontros estratégicos para dialogar com eleitores indecisos e categorias específicas. Entre as atividades previstas para os próximos dias, estão um ato com caminhoneiros em São Paulo, agendas focadas na área da saúde no Rio de Janeiro e anúncios de medidas governamentais voltadas para microempreendedores individuais (MEIs).

Estudantes nas ruas e a “Agenda da Virada” Paralelamente às costuras partidárias, o movimento estudantil assumiu um papel de destaque na mobilização nacional contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL). Entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e diversos diretórios acadêmicos convocaram uma série de passeatas e assembleias. A principal convocação, intitulada “Dia 11, a aula é nas ruas”, concentra forças em locais emblemáticos, como o Museu de Arte de São Paulo (Masp) e o Parque 13 de Maio, em Recife (PE).

Com foco na união de diferentes campos políticos contra o avanço do bolsonarismo, mobilizações de estudantes e lideranças tomam as ruas neste domingo (11) para reforçar o segundo turno.
Além do apoio à reeleição do atual presidente, as manifestações estudantis também levantam pautas sociais históricas, como a defesa da soberania nacional, a ampliação dos investimentos em educação pública e o fim da jornada de trabalho na escala 6×1.
Para fortalecer as mobilizações descentralizadas, lideranças políticas deram início à “Agenda da Virada”, uma caravana encabeçada por figuras públicas como Guilherme Boulos (Psol-SP), que percorrerá grandes cidades e polos industriais ao longo da semana. O esforço coordenado nas ruas reflete a tentativa da campanha de criar um cinturão de união democrática, apostando que a convergência de diferentes forças políticas será decisiva para frear o bolsonarismo no segundo turno.
Fontes consultadas e links de referência;
CNN Brasil: “Lula se reúne com aliados para definir agenda e gravar material de campanha”.
Brasil de Fato: “Estudantes intensificam mobilizações pró-Lula nas ruas do país; veja agenda de atos”.











